terça-feira, setembro 16, 2008

What Hurts The Most

I can take the rain on the roof of this empty house, that don't bother me
I can take a few tears now and then and just let them out
I'm not afraid to cry
Every once in a while even though goin on with you gone still upsets me
There are days
Every now and again I pretend i'm okay but that's not what gets me

What hurts the most, was being so close
And having so much to say
And watchin you walk away
Never knowing, what could have been
And not seein that lovin you
Is what I was tryin to do

It's hard to deal with the pain of losing you everywhere I go
But i'm doin it
It's hard to force that smile when I see our old friends and i'm alone
Still harder gettin up, gettin dressed, livin with this regret
But I know if I could do it over
I would trade, give away all the words that I saved in my heart that I left unspoken

What hurts the most, is being so close
And having so much to say
And watchin you walk away
Never knowing, what could have been
And not seein that lovin you
Is what I was tryin to do

What hurts the most, was being so close
And having so much to say
And watchin you walk away
And never knowing, what could have been
And not seein that lovin you
Is what I was tryin to do


What Hurts The Most - Cascada



A bad day, indeed.

domingo, setembro 07, 2008

"As Marlenes"

Estou farta das conversas banais. Conversas em que se falam de várias coisas, mas no fundo é tudo insípido, superficial.
Gosto de debater os temas, ouvir as diversas opiniões (muitas vezes tão diferentes das minhas!). Ditosamente, voltei a ter uma boa tarde (e tinha continuado até ao dia seguinte!) de conversa e apraz-me discorrer sobre um dos tema abordados.
Introdução
Uma vez ouvi uma moça - ocultando o nome verdadeiro da dita, chamemos-lhe Marlene - dizer: "Os homens querem as certinhas para casar, mas é das meretrizes* com quem gostam de dormir.". A Marlene, e segundo a própria , enquadra-se nas meretrizes (não estou aqui para julgar ninguém (!), enfim, cada um sabe de si...). Penso que a Marlene acha bué fixe ir para cima das colunas da discoteca, totalmente embriagada, e, como ela própria diz, "comer um ou vários" na mesma noite (em cima da coluna!). Marlene, minha querida, e se aparentasses um ar inocente, publicamente te comportasses como uma senhora, tivesses um companheiro que fosse teu amigo e confidente e na cama te pudesses comportar como uma... digamos, louca (para não tornar o meu discurso mais ordinário)? Não seria mais interessante? Não seria mais digno? Provavelmente, serias menos... rodada!
Este tópico estava somente na minha cabeça, não o comentei com os demais.
Em seguida, tinha escrito um texto enorme, sobre o tal tema debatido. Porém, achei que era intimo demais para partilhar. Uma conversa que fica para quem lá esteve.

O nome Marlene foi utlizado porque não conheço ninguém com o mesmo. Poderia ser Itelvina, mas não seria tão real.

*Sinónimo utilizado para não ferir susceptibilidades.